Eu quero dar a volta ao mundo

O que eu preciso fazer para dar a volta ao mundo é a pergunta da vez. Eu, literal e geograficamente, nem sei por onde começar.

A ideia é antiga, mas a coragem de falar em voz alta veio esse mês, junto com uma mochila vermelha gigante da Amazon (só para eu sentir o gostinho de que sim, é real).

Como não tenho trabalho fixo, nem nada que me prenda a Brasília (além da minha família), considerações sobre minha disponibilidade para cair no mundo nem passam pela minha cabeça.

Para onde eu vou e onde vou ficar (hotel, albergue, Airbnb?), também não. Pelo contrário, essa é uma das partes que mais me animam em se tratando das futuras decisões dos preparativos.

O que me preocupa, sendo bem honesta, é a grana para bancar essa loucura. Eu (ainda) não tenho um plano – e isso tem me deixado bastante incomodada cada vez que penso no assunto. Falta ação, eu sei.

O quais as chances? fica, então, sendo meu lembrete para agir. Claro, não sem antes se camuflar de meu-relato-de-viagens, misturado com meu-diário-dos-melhores-momentos-da-minha-vida, com uma pitada de minhas-estripulias-em-marketing-digital.

Sem nenhuma expectativa e com todas as pretensões possíveis, aqui estou. De volta. De novo.

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