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Agosto não é meu mês preferido. O número vinte, muito menos. Num começo padrão, eu teria esperado o momento certo ou que, no mínimo, a data fizesse algum sentido (se não fizesse, eu inventaria). Só não hoje. Hoje vai assim mesmo…

Os meus “não consigo” na verdade significam “não vou fazer”

Me vi acreditando que não consigo fazer meu blog dar certo porque não consigo tirar fotos bonitas, não consigo gerar valor para as pessoas, não consigo me inspirar e, consequentemente, não consigo gostar de escrever.

Só que, a partir de hoje, eu escolho gostar (do blog e de escrever)

Eu ando furiosa com essa minha necessidade de criar desafios para me sentir viva e motivada. Preciso forçar a memória para lembrar quando não pareci um ratinho girando na própria roda. O mais intrigante é que, sem roda, pareço me sentir ainda pior.

Por isso, comecei a pensar nos meus jogos de 2017. A sensação é de que o ano já está acabando e eu não fiz nada que realmente me inspirasse. É estranho, eu sei, já que até agora foram oito meses e tanto (surpreendentes, qualquer um diria).

Fico pensando que a falta do blog (desse daqui, do qual que eu “não consigo” gostar) esteja contribuindo para esse sentimento de vazio. Fico angustiada por não ter um projeto só meu, por não ter minha própria expressão no mundo.

Sendo assim, resolvi me mover e, inspirada no Rubens que é meu coach extraoficial do Programa de Liderança da Landmark, seguem meus últimos jogos do ano.

1. Duas mil visitas únicas por dia aqui no blog

Sei que vou ter que me virar para conseguir essa façanha, já que não tenho qualquer estratégia definida e sequer sei sobre o quê escrever. Mas, como essa foi minha tarefa no exercício de Get Anything you Want da Marie Forleo, segue como jogo número um e, provavelmente, como o mais desafiador e importante deles.

2. Fazer o Whole30 por completo

Começo em uma semana, com o Grupo de Acompanhamento Whole30 da Flávia Niemeyer. O mais curioso é que, apesar de plenamente ciente de todos os benefícios do programa, eu me sinto preguiçosa, desanimada, desmotivada e apreensiva com essa escolha. De qualquer forma, lá vou eu, fazer o que eu definitivamente-não-quero para descobrir o que vai surgir daí.

3. Fazer o curso de autoexpressão da Landmark

Para isso acontecer, só falta escolher quando e onde fazer o programa. O que mais me anima é saber que durante os três meses de curso vou criar e executar um projeto em que eu possa me expressar verdadeiramente, exatamente como citei no começo do post. Fiquei sabendo que o filme Matrix surgiu do programa. Poderoso ou não?

4. Colocar meus projetos para rodar sozinhos

Isso significa parar de viver feito urso, ganhando boladas em lançamento e hibernando nos meses seguintes. Quero renda passiva, remota, maravilhosa e farta. Trinta mil são um bom começo e os primeiros movimentos nessa direção já foram feitos, com a regravação do curso de cupcakes. Dia 9, depois da conversa com o Érico (ganhamos um dia de consultoria com ele! #wow), esse caminho deve ficar mais claro.

5. Criar um negócio de alimentação saudável

Todas as minhas fichas profissionais dos próximos meses foram parar nesse item. Sem qualquer rumo ou luz no fim do túnel, foi aqui onde resolvi me jogar. A construção desse negócio será provavelmente o tópico mais frequente por aqui, já que muito em breve minha vida girará em torno dele. Sabe embarcar vendada na maior montanha-russa do parque? É essa a sensação.

E é isso, aqui estão meus jogos e aqui estou eu me colocando em risco, para variar.

Só para contextualizar, enquanto escrevo tem pêlos de gato no monitor, papéis espalhados pela sala, bagunça minha por todo lado, uma mala gigante no quarto e um lindo pão francês amanteigado em cima da mesa − um bom retrato da minha invasão à casa dos meus pais, já que estou morando aqui enquanto desmonto o apartamento.

Isso porque, se os jogos acima não forem suficientes para me arrancar do conforto, pega essa: meu jogo zero, não listado e prólogo-oculto desse post, é que, em 22 dias, minha vida estará cabendo numa mala.

Em 22 dias, deixarei o Brasil rumo à próxima aventura. #OMG

Para terminar esse post, fica aqui meu convite: se você não tem jogos na vida e as coisas não estão necessariamente como você gostaria, experimente ter. Anote num papel, coloque prazo, compartilhe e, se precisar de ajuda, me chame.

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Nasci em Brasília e fiz faculdade aqui. Sou louca por animais, mas abandonei a veterinária para empreender (e trabalhar em casa de pijamas). A paixão por viagens começou em 2010, quando me enfiei num navio em direção ao Egito. Hoje, trabalho exclusivamente com marketing digital, tenho 2 gatas e já passei por 42 países. Sonho ter uma vespa bege, dar a volta ao mundo e juntar oito dígitos no banco – e minha jornada em busco disso, você acompanha aqui.

5 COMENTÁRIOS

  1. Oie linda, ja sabia da existência do seu blog, mas nunca parei para ler.
    Achei inspirador e surpreendente. E agora são 23:40 de terça-feira, ja acabando o dia, mas minha cabeça volta a mil. Eu estava quase fehcando o computador quando resolvi dar uma ultima olhadinha e ler o seu blog e o que escreveu. Supreendente. Acho que nem irei dormir. Aqui pensando em mil coisas, projetos a rodar, coisas a fazer. Tanta coisa que nem sei por onde começar. Mas mesmo assim, muito obrigada por não deixar de escrever aqui, você me inspirou nessa noite. Abraços. A gente se vê por ai. Nathi Superti.

    • Oi, Nathi! Que demais encontrar seu comentário aqui!!!
      Fiquei empolgadíssima de saber que você leu o texto e que ele, de alguma forma, te inspirou. O que você tem feito também me inspira. A propósito, pelo que tenho observado das suas ações, o resultado vai ser inevitável. E eu me sinto lisonjeada por poder acompanhar desde o início. Ah, e antes que eu me esqueça: quais são seus jogos? 🙂

  2. Nice!!!
    Tbm não gosto muito de agosto, amo os jogos 3 e 4.
    Tbm vou encarar os outros 3.
    Quero criar um blog de experimento de vida, onde eu serei o cobaia principal… não sei ainda como será nos detalhes. Além disso quero criar um portal de (Não posso contar Ainda, é segredo).

    • Precisamos escolher a data do programa de Autoexpressão. Acabei de ter uma ideia divertida… E se a gente usasse a renda do bazar para pagar nossos programas? Seria o máximo, né? Gostei, fiquei inspirada! 😛

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