Vai dizer que você nunca quis descobrir sua origem?!

Tudo bem, talvez você não esteja minimamente curioso (como a maioria dos meus amigos), mas, para mim, essa é uma das novidades mais sensacionais dos últimos tempos.

Morro de vontade de fazer o teste de DNA desde que assisti esse vídeo abaixo (assista também que você vai entender tudo)…

…e quando eu fiquei sabendo que o Ancestry DNA estava com 50% de desconto na Cyber Monday, não pestanejei. Agora, o kit está bem aqui, em cima da mesa, olhando para mim.

Estou enrolando para abrir há dias porque eu quero gravar um vídeo de unboxing – e pretendo fazer isso hoje. O procedimento, até onde eu sei, é colocar saliva dentro de um tubinho (literalmente, cuspir) e mandar de volta para o laboratório para que eles processem a amostra e enviem o resultado em cerca de 6 a 8 semanas.

Se você ainda está meio perdido, é o seguinte: agora é possível saber a origem geográfica da sua família por pouco mais de 300 reais (no meu caso, foram menos de 200) e descobrir de onde você veio.

Por exemplo, talvez seus pais sejam italianos, filhos de pais italianos e você tenha certeza absoluta de que sua origem é europeia. Talvez você não faça a menor ideia de onde seus avós vieram e morra de vontade saber… Imagina só descobrir que você é uma mistura de espanhóis e coreanos? Ou irlandeses e alemães?

Nos dois casos, o resultado pode ser bastante surpreendente, tanto para quem não faz ideia, quanto para quem (acha que) tem certeza de sua origem. E o mais legal é que o relatório vem em percentual, então você consegue saber qual “quantidade de você” vem de cada parte do mundo.

E o que muda com essa descoberta? Na teoria, nada. Mas os vídeos tem mostrado que, na prática, muitas pessoas passam a ter muito mais compaixão com a diversidade (já que finalmente entendem que carregam a diversidade em si) e que esse tipo de teste tem contribuído para aproximar as pessoas ou encontrar familiares perdidos ou inesperados.

Para mim, saber o resultado vai ser como entender melhor a minha história e me reconectar. Certamente vou querer saber mais sobre minhas regiões de origem, compartilhar com meus familiares e, quem sabe, planejar uma visita a esses locais.

Antes que saia o resultado, fica aqui meu chute: acho que tenho algo de Portugal e África (embora a segunda seja apenas um desejo interno muito forte, sem qualquer indício real). A Flavia, por outro lado, acha que tem uma pitada de Escócia no meu DNA. Quem sabe?

Em breve (muito em breve, eu espero), volto para contar. 🙂

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Nasci em Brasília e fiz faculdade aqui. Sou louca por animais, mas abandonei a veterinária para empreender (e trabalhar em casa de pijamas). A paixão por viagens começou em 2010, quando me enfiei num navio em direção ao Egito. Hoje, trabalho exclusivamente com marketing digital, tenho 2 gatas e já passei por 42 países. Sonho ter uma vespa bege, dar a volta ao mundo e juntar oito dígitos no banco – e minha jornada em busco disso, você acompanha aqui.

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